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Região da Serra da Capivara no sertão do Piauí será beneficiada pelo Investe Turismo

Região da Serra da Capivara no sertão do Piauí será beneficiada pelo Investe Turismo
O Parque Nacional da Serra Capivara01

No meio de pedreiras gigantes no sertão do Piauí fica o Parque Nacional da Serra da Capivara. Nesta região quente e seca, foram encontrados os vestígios mais antigos da presença humana no continente americano, algo em torno de 48 mil anos atrás.
O fato de serem os primeiros sinais humanos nas Américas já seria um motivo de grande interesse, mas além disso o parque reúne a maior quantidade de sítios arqueológicos do continente. São cerca de 1,3 mil sítios que foram pesquisados por arqueólogos do Brasil e do exterior. Devido à importância da descoberta, o local é considerado patrimônio da humanidade pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).

O fato de serem os primeiros sinais humanos nas Américas já seria um motivo de grande interesse, mas além disso o parque reúne a maior quantidade de sítios arqueológicos do continente. São cerca de 1,3 mil sítios que foram pesquisados por arqueólogos do Brasil e do exterior. Devido à importância da descoberta, o local é considerado patrimônio da humanidade pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).

Parque Nacional da Serra da Capivara no Piauí

Quem visita o local também se impressiona com as esculturas feitas pela natureza no paredão que envolve o parque. A mais famosa é a Pedra Furada, que pode ser considerada um cartão-postal da Serra da Capivara.

A Secretaria de Turismo de São Raimundo Nonato diz que esses recursos são fundamentais para região porque com mais visitantes chegando no município diversas famílias que vivem do turismo vão ser beneficiadas. “São pessoas da região, que cresceram ao redor do parque e que trabalham em setores ligados ao turismo. Além de São Raimundo Nonato, outros municípios também vão ser beneficiados.”
Os 34 artesãos que trabalham numa oficina que fica na região do parque também estão otimistas com o aumento do número de visitantes. Atualmente eles sustentam as famílias com o material que é produzido no local. São pratos, vasos, copos entre outros itens de argila que ganham desenhos rupestres. Antonio Marcos, que é o gerente de produção, acredita que com mais turistas vai ser possível ampliar a produção e empregar mais funcionários no local.

FONTE: AGENCIA BRASIL
FOTO: Mauricio de Almeida e Marcello Casal Jr/Agência Brasil/TV Brasil

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